A cena de filme

Se por acaso estavam hoje pelo Terreiro do Paço ao fim da tarde e viram uma maluca a correr de vestido, botinha e mala da mão… Era eu.

Hoje foi um daqueles dias em que tudo o que podia dar errado, deu errado. Em termos de chegar aos sítios, pelo menos. Tudo começou de manhã com os eventuais atrasos do comboio e do barco que me obrigaram a apanhar o metro – que estava caótico! Então eis que saio do trabalho e fico indecisa entre vir de autocarro ou de metro até ao barco porque, honestamente, ambos chegariam em cima da hora e ficaria sempre de coração nas mãos. Decidi-me pelo autocarro. Cheguei à estação três minutos antes da hora do barco e foi aí que aconteceu.

Sabem aquela cena à filme em que a rapariga corre arranjada pela rua, as andorinhas voam e a população encara? Fui a protagonista.

Cheguei ao barco a precisar de respiração boca a boca e fui a última a entrar; mas cheguei, consegui, é o que importa certo? Não. Porque a meio do Tejo o Sr. Capitão diz que “por falha técnica teremos de navegar a velocidade reduzida, o percurso atrasará alguns minutos“. Tanto esforço, e não consigo chegar a horas ao comboio na mesma.

Há dias em que não vale a pena…

– Sra. Saltos

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